A Lei e a Ordem – II


A Lei e a Ordem – II

Arnaldo Mourthé

É chegada a hora de tratarmos das mudanças que virão, ou melhor, que já estão acontecendo. Não em um futuro próximo, como as pessoas esperançosas acreditam, mas agora. Comecemos por buscar definir as condições em que vivemos.

Tudo que existe no mundo é uma forma de representação da energia. Desde a luz à matéria mais densa. Essas formas são variadas: ondas eletromagnéticas, como o pensamento, e eletromagnéticas, como a eletricidade, som, plasma, etc. Até nosso sentimento emite uma forma especial de energia. Nós vivemos em um mundo complexo, mas formado de um só elemento fundamental, a energia.

Planck constatou que a simples observação do átomo da matéria provocava sua mudança, pois o foton da luz, que permitia vê-lo, ao chocar-se com um elétron mudava sua órbita. Essa descoberta revolucionou a física e permitiu a compreensão da natureza da luz. Daí surgiu a física quântica e permitiu que Einstein formulasse a equação da conversão da matéria em energia, E=mc². Isso criou a possibilidade da construção da bomba nuclear, que é a maior ameaça para a humanidade, sobretudo pela natureza do poder nas mãos de pessoas egoístas e sem qualquer humanidade. A humanidade, por seus desvios de conduta, chegou a um ponto de se autodestruir. Esse é um fato irrefutável. Antes disso, ela já está destruindo a Natureza, que nos gerou e nos sustenta, para que possamos cumprir com o nosso destino, ou vocação, dependendo da interpretação de cada um.

Tudo no Universo está condicionado a um nível de vibração da matéria que é diferente em função de sua localização no Cosmos. Essa localização muda, pois tudo se move. Sem o movimento não é possível o equilíbrio dos astros, nem a vida. Esse é um principio básico da filosofia e da ciência. Cada local do Universo tem um grau de vibração, que depende do fluxo de radiação da Luz para ele. A terra ocupava até pouco tempo atrás uma posição de 3ª. Vibração. De alguns anos para cá essa vibração foi se elevando, ficando mais sutil, e hoje estamos mergulhados na condição da 4ª. Vibração.

A nossa Natureza elevou sua vibração acompanhando o fluxo vindo do núcleo de nossa Galáxia, mas nem todas as pessoas seguiram esse fluxo. Em algumas ele ocorreu,  em outras não. Isso porque nós estamos condicionados por nossos pensamentos, nossa compreensão ou não das coisas do mundo e da vida. E eles foram manipulados para que nós aceitássemos uma realidade perversa nas relações entre as pessoas. Um grupo de pessoas, que os espiritualistas denominam “das trevas”, semeou a obscuridade para que nós não compreendêssemos a realidade que nos cerca. Aquilo que nós consideramos uma realidade social possível, embora perversa, não é a realidade que poderíamos ter. Daí a existência de correntes filosóficas e religiosas divergentes, que confundem nosso pensamento. Assim como sistemas econômicos e culturas permissivas que discriminam e impedem que todos nós sejamos livres e conscientes que todos os homens são iguais na sua essência e que a fraternidade nos une e fortalece.

Isso foi possível porque na 3ª. Vibração é tolerada a dicotomia, que os religiosos chamam da luta entre o bem e a filosofia de contradição entre opostos. Em torno dessa questão há muita mistificação e dissimulação. Quem se interessar sobre esse assunto deve buscar informações juntos aos espiritualistas que lhes pareçam mais simpáticos ou confiáveis, ou aos grandes filósofos. Elas estão por toda parte. Mas, nós somos tolhidos por uma cortina que esconde os fatos e os destorce, para manter as pessoas na ignorância e passíveis de manipulação. Esse é o papel da grande imprensa financiada pelos interesses financeiros, mas também de outras organizações que se beneficiam da alienação das pessoas, tirando proveitos dessa situação. Não vamos apontar nenhuma delas. Cabe a cada pessoa descobrir por conta própria aquelas que são confiáveis e as que nos mantêm na escuridão.

Tudo que está acontecendo no mundo, e que nós vemos com espanto, está relacionado com essa mudança de vibração do Planeta Terra. Desde os governos perversos que negam direitos aos cidadãos, geram crises, discriminam e tomam medidas contra o povo, e de proteção de atividades econômicas predatórias, enquanto alimentam o desemprego e a marginalizam a população, até aqueles que produzem as guerras genocidas pelo controle das riquezas dos países mais fracos.

Soma-se a tudo isso uma questão extremamente grave. O nosso conhecimento científico e tecnológico foi mais além da nossa capacidade de administrá-las para o bem dos homens e da Natureza. O conhecimento científico do homem superou o espiritual, tornando-nos potenciais suicidas, pela capacidade destrutiva acumulada em um mundo dominado pelo egoísmo mais sórdido. Isso foi possível acontecer porque nossa civilização desenvolveu-se em uma condição de dualidade, alimentada pelo nosso livre arbítrio. Felizmente, essa situação já não pode acontecer na condição da 4ª. Vibração. Nela as respostas às nossas ações são imediatas, o que não acontecia antes. Essa resposta, na cultura espiritualista, chama-se Lei do Retorno, que corresponde à Lei da Natureza que Newton enunciou assim: A cada força (ação) corresponde outra força igual e oposta (reação). Uma agressão ao outro, seja qual for, reverte contra o agressor. É esse fenômeno que estamos presenciando a cada dia, da forma mais variada, pela televisão.

As discussões dos partidários de cada líder, não importa seu carisma, são apenas manifestações do desconhecimento da realidade que estamos vivendo. Não há mais condições para a impunidade persistir. A punição virá de uma forma ou de outra, nos termos da Lei do Retorno segundo os espiritualistas. Tudo o mais faz parte do jogo de ocultação da verdade, criado pelos sofistas (marqueteiros), de todas as cores, contratados para nos enganar e que funciona a todo vapor, graças à televisão mercenária.

Ainda voltaremos com mais informações sobre essas questões relevantes. Elas são fundamentais para o nosso despertar para a Nova Era que já existe na Terra, mas que não alcançou a todos nós, pois muitos estão mergulhados na obscuridade, administrada em nós todos os dias como um psicotrópico pernicioso, tornando-nos pessoas desinformadas, alienadas. É preciso ter muito cuidado com as “informações” dos noticiários de televisão e das idiotices divulgadas na rede social.

Rio de Janeiro, 12/04/2018

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